1. Pressão recomendada pelo fabricante

Cada modelo de veículo conta com um tipo específico de pneus. As fabricantes fazem dessa maneira para garantir que o produto possa contribuir para a segurança, desempenho, conforto e até para a economia de combustível do carro.

Por isso, a primeira dica é ficar atento às recomendações da fabricante. Não observar essa simples informação pode causar perda de desempenho e comprometer a suspensão do veículo provocando a sensação de mais impacto.

Aliás, a informação sobre a calibragem correta do automóvel encontra-se no manual do carro.

2. Cuidado com o peso

O peso transportado pelo carro é um componente essencial para o pneu calibrado. Quanto mais peso o veículo carregar mais será a necessidade de pressão.

Em situações assim o mais indicado é aumentar a pressão dos pneus traseiros. Claro, tudo deverá ser feito observando as recomendações dadas pelo manual de fabricação do veículo.

3. Calibradores desregulados

É comum encontrarmos motoristas que, devido à necessidade ou pressa, acabam usando algum calibrador em más condições ou até mesmo desregulado.

Em um primeiro momento isso pode não ser um problema, mas a válvula mal encaixada ou a mangueira ressecada podem sim prejudicar dificultando que a pressão ideal seja atingida.

4. Calibração periódica

Não basta apenas calibrar os pneus corretamente, é necessário calibrá-los de forma periódica. Sendo assim, é preciso ter muita atenção para não deixar o pneu ficar muito tempo sem ser calibrado. Prevenção é a palavra de ordem!

O mais recomendado pelas fabricantes é que essa calibragem seja realizada ao menos uma vez por semana para o caso do motorista que utiliza o veículo diariamente. Quem usa bem menos pode calibrar o pneu em uma média de 15 em 15 dias.

5. Tipos de estrada

Esse é outro aspecto que afeta a calibragem dos pneus, mas que é desconsiderado por muitos motoristas. Se estiver dirigindo por estradas de lama ou areia de praia o mais interessante é diminuir a pressão dos pneus para que sua superfície tenha maior espaço de aderência e escorregue menos.

Por outro lado, ao voltar para o asfalto é preciso recalibrar os pneus com a pressão recomendada para esse tipo de terreno. De qualquer maneira, antes de encarar um terreno pouco amigável o mais indicado é procurar ajuda de um profissional para que lhe auxilie.

6. Calibragem fria

É interessante que a calibragem dos pneus seja feita enquanto eles ainda estão relativamente frios, isto é, antes de ter rodado mais ou menos 3 km em velocidade considerável.

O motivo desse cuidado é muito simples de ser entendido: quando a temperatura no interior do pneu aumenta a pressão acaba crescendo. Claro, isso termina por influenciar o equilíbrio na calibragem correta.

Agora, se isso não for possível pode-se colocar um pouco mais do que a pressão recomendada tendo em vista a necessidade de se tentar compensar um possível desequilíbrio.

Viu como é simples calibrar o pneu e não ter nenhum tipo de problema com seu carro? Agora que você sabe disso só precisa tomar cuidado e escolher quem é referência em pneus para possíveis manutenções e trocas!